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Grupo de amigos pulando juntos na beira do mar contra o sol do fim de tarde

Diabetes na juventude: prova, festa e viagem sem pedir licença

Você não quer parar tudo para medir, nem explicar para todo mundo o que está fazendo. Veja como o sensor ajuda a viver a rotina de quem tem entre 13 e 24 anos.

Por Thaís Kurünzi · revisado em · 2 min de leitura · 2 min de áudio

Em poucas palavras

Para quem é jovem, o sensor tira o diabetes do centro da cena: as leituras ficam no celular e você confere com discrição. Ele ajuda a entender o efeito de treino, prova, festa e sono, e facilita viagens. Combinar com a família quem acompanha as leituras evita cobrança e preserva a sua autonomia.

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Prova, treino, festa, viagem, primeiro emprego. Entre os 13 e os 24 anos a vida acelera, e o diabetes parece sempre pedir para você parar: medir, anotar, explicar para os amigos o que é aquilo no dedo.

O sensor de glicose não faz o diabetes sumir, mas tira ele do centro da cena.

O sensor é discreto de verdade?

As leituras chegam ao celular a cada 3 minutos. Você confere como confere uma mensagem, sem precisar se afastar da turma. O iCan i6, o menor da linha, fica discreto embaixo da manga da camiseta.

Como o sensor ajuda a entender o corpo?

Treino

A curva mostra o que acontece durante e depois do exercício. Com o tempo, você aprende quando precisa de um lanche antes e quando a glicose tende a cair horas depois.

Prova e estresse

Muita gente percebe que a glicose se comporta diferente em dias de tensão. Ver isso na curva ajuda a conversar com o médico sobre ajustes.

Festa e noite

Saídas, comida diferente e horários trocados mexem com a glicose. Os alertas ajudam a perceber uma tendência antes que ela vire problema. Sempre que for beber, combine antes com o seu médico o que é seguro para você e avise alguém de confiança.

Como viajar com o sensor?

Na assinatura, a caixa chega antes do sensor vencer. Se for passar uma temporada fora, dá para mudar o endereço da próxima entrega ou pausar uma entrega na área do assinante. Leve sempre o glicosímetro e um sensor reserva na bagagem de mão.

Como equilibrar autonomia e família?

Se seus pais ou responsáveis quiserem acompanhar as leituras pelo acesso do cuidador, combinem regras: em que situações eles chamam você, e quando é só para ficarem tranquilos. Combinado claro evita mensagem a cada refeição.

Saiba mais na página Jovens.

Perguntas sobre este tema

Posso passar no detector de metais do aeroporto?

Avise a equipe de segurança antes. Não coloque o sensor nem os sensores de reserva na esteira de raio X da bagagem, e prefira a revista manual ao escâner corporal. Leve as caixas na bagagem de mão.

Ver esta resposta na central de ajuda

Posso viajar de avião com o sensor?

Pode. Leve os sensores de reserva na bagagem de mão e avise a segurança do aeroporto. No voo, o celular pode ficar no modo avião com o Bluetooth ligado para continuar recebendo as leituras.

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Posso fazer exercício pesado ou lutas com o sensor?

Pode. Escolha um local que não leve pancada nem atrito da roupa e, em esporte de contato, use um adesivo protetor por cima.

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O sensor aparece sob a roupa?

Quase nada. O iCan i6 tem 23,3 mm e cerca de 2 g, e o i3, 32 mm. No braço, uma manga curta já cobre.

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Guia completoEste artigo faz parte do guia Vida normal com o sensor de glicose. Para ver o sensor de perto, conheça o iCan i6 e o iCan i3, ou tire dúvidas na central de ajuda.

As informações deste artigo não dispensam a orientação do seu médico. Siga sempre as instruções de uso do produto.

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Seus sensores em casa, todo mês.

Nos planos de 6 e 12 meses, a caixa sai pela metade do valor normal, com cobrança mensal.

Foto: Raúl Escobar no Unsplash

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